O/a Psicólogo/a, ao ajudar um enlutado, não deve esperar reações idênticas de luto em pessoas diferentes. Deve validar as emoções intensas do indivíduo, não comparar tragédias e reconhecer o comportamento “normal” de uma pessoa em luto. O enlutado deve ser apoiado na elaboração das tarefas de autocuidado, na promoção do (re)estabelecimento de relações com outras pessoas e na identificação das mudanças verificadas no contexto. A pessoa em luto, deve ser ajudada no por vezes muito difícil processo de aprender a sobreviver sem o objeto perdido, a adaptar-se a num mundo necessariamente diferente e a lidar e resolver relações modificadas.
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Publicado por Gracinda Santos
Psicóloga Clínica Especialista - Mestrado em Psicologia Clínica e da Saúde (Núcleo Saúde e Doença) pela Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa e formação em Psico-Oncologia pela Sociedade Portuguesa de Psiquiatria e Saúde Mental e em Oncosexologia pela European School of Lifestyle Oncology.
Avaliação e acompanhamento psicológico a adolescentes e adultos (individual ou casal).
Ansiedade, Depressão, Dificuldades Relacionais, Dificuldades na Parentalidade, Perturbações do Comportamento Alimentar, Dificuldades de Adaptação à Doença Crónica e Processos de Luto.
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