
Faz parte dos comportamentos adequados para a prevenção da contaminação com o vĂrus da COVID-19, a etiqueta respiratĂłria e o distanciamento social. Este distanciamento implica que fomos obrigados a deixar hábitos em nĂłs enraizados, como Ă© o caso do beijo, do abraço ou do aperto de mĂŁo.
Em tempos de pandemia, o modo de cumprimentar mudou de forma radical. O toque deixou de existir. Beijinhos, apertos de mão, palmadinhas nas costas e abraços foram eliminados aos nossos gestos diários e habituais. Em vez disso e a bem de todos, foram inseridos outros gestos como os toques de pé, de cotovelo ou até as vénias. O sorriso, outro gesto quase automático e revelador de agrado por ver o outro, está agora escondido por detrás de máscaras, mais ou menos personalizadas e por vezes até, a combinar com as roupas mas que inevitavelmente escondem o que algumas pessoas têm de melhor para dar aos outros.



É comum ouvir-se dizer que todos temos problemas. Uns de nós mais dados a “problematizar” e outros menos, o facto é que os problemas existem e andam por aà para serem resolvidos, caso contrário, permanecem como uma nuvem negra que paira sobre as nossas cabeças, incomodando, incomodando…
A violĂŞncia infantil apresenta-se como um factor de risco para o desenvolvimento de problemas emocionais e de comportamento, podendo ter como consequĂŞncia o desajuste escolar, familiar e/ou social.