Actualmente envelhecemos integrados em famílias quantitativa e qualitativamente diferentes das famílias dos nossos antepassados, em termos de papeis, relações e responsabilidades.
A fragilidade estrutural das famílias actuais devido, por exemplo, ao aumento das taxas de divórcio e segundos casamentos, leva a uma complexificação das relações entre gerações. Verifica-se uma maior dependência no comprometimento voluntário do envolvimento da família e uma maior dicotomia entre o compromisso de ter que tomar conta dos mais velhos e o viver a sua própria vida. Continue a ler “Envelhecimento e família”
A Terapia Cognitivo-Comportamental é uma abordagem específica, breve e focada no problema actual do cliente. Explica que o que nos afecta não são os acontecimentos em si mas sim a forma como os interpretamos é que vai influenciar, senão determinar, o modo como nos vamos sentir e comportar.
A Filomena tem 16 anos e iniciou Avaliação Psicológica por apresentar sintomatologia depressiva. Depois de uma primeira sessão com muitos “silêncios” e alguma dificuldade em estabelecer relação, no início da segunda sessão a Filomena verbaliza: “Quando vinha para cá estava nervosa mas agora nem por isso. Como estamos aqui sozinhas é mais fácil para mim falar. Acho que posso falar à vontade, preciso mesmo de falar com alguém que me consiga compreender…”
Podemos definir dor como uma experiência sensório-emocional desagradável comum a todos os indivíduos, associada a danos reais ou potenciais, sendo a causa mais comum da procura de ajuda médica.
Estar deprimido significa estar triste? Não, tristeza e depressão não são a mesma coisa!
O luto é uma reacção característica a uma perda significativa.