A adolescência é uma fase da vida extremamente importante no sentido em que é durante este período que o jovem constrói a sua identidade e que adquire autonomia. Para que estas duas tarefas sejam bem-sucedidas, é muito importante que a autoestima se mantenha positiva e estável.
A autoestima pode ser definida como a avaliação subjetiva e a valorização que o sujeito faz de si mesmo e que é fortemente influenciada pelas contingências de reforço positivo socialmente oferecidas ao longo do desenvolvimento. As modificações do corpo são visíveis mas as outras nem tanto… A maneira de pensar, de sentir e de se comportar muda consoante a criança vai entrando na adolescência, sendo este um período de grandes ambiguidades e por vezes inseguranças. Estes fatores poderão fazer com que a perceção que o jovem tem acerca de si mesmo mude e a autoestima baixe. Continue a ler “Pais de adolescentes: Atenção à autoestima!”
É comum ouvir-se dizer que todos temos problemas. Uns de nós mais dados a “problematizar” e outros menos, o facto é que os problemas existem e andam por aí para serem resolvidos, caso contrário, permanecem como uma nuvem negra que paira sobre as nossas cabeças, incomodando, incomodando…
O desejo de saber e a capacidade para aprender são inatos no ser humano. Os bebés começam desde os primeiros dias de vida, a utilizar as suas capacidades motoras, percetuais e sensoriais, para exercerem influência sobre os outros e sobre tudo o que os rodeia. É assim que identificam e compreendem os contextos onde se inserem, desenvolvendo as suas competências físicas, cognitivas e sociais.
À medida que as férias se aproximam do fim, os pais começam a pensar no regresso às aulas e a iniciar os preparativos necessários para tal, como a compra dos materiais e manuais escolares, bem como a adequação de horários e rotinas inerentes ao período escolar.
De um modo relativamente consistente, precoce e estável, as manifestações de ansiedade social revelam-se desde a infância, tornando-se tendencialmente mais expressivas e intensas na fase da adolescência.
Muitas vezes os comportamentos das crianças conseguem deixar os pais muito zangados, à beira do desespero e com muita raiva. Perceber o que se está a sentir e porquê, é extremamente importante para o que se vai seguir: conseguir manter a calma e evitar o conflito ou entrar numa escalada de argumentos, gritos ou até de violência física. O que podem então os pais fazer para se controlarem perante os comportamentos desesperantes dos seus filhos?
Na primeira infância, as perturbações alimentares são situações clínicas relativamente comuns. No entanto, este tipo de problemas provoca aos pais e cuidadores uma grande preocupação, ao mesmo tempo que dificultam a sua relação com a criança.
O conceito de inteligência emocional tornou-se popular através da obra do jornalista científico norte americano Daniel Goleman. O autor define o conceito como um conjunto de competências afetivas e cognitivas que se divide em cinco dimensões: auto conhecimento, auto-controlo, empatia, motivação e competências sociais.
Acredito que a tarefa mais difícil de todas é a de criar um filho. As crianças representam para os seus pais e cuidadores, um desafio dos maiores do mundo e este mundo tem muitos perigos. Os pais, por norma têm uma tendência para proteger as suas crianças mas por vezes essa proteção é super!
Parece consensual a ideia de que o exercício físico é fundamental para a manutenção do bem-estar físico e emocional dos indivíduos. A Organização Mundial de Saúde (OMS) defende que prática de atividade física, desde os primeiros anos de vida, a par com o fornecimento de atividades sedentárias estimulantes e variadas, que promovam a interação social, bem como bons hábitos de higiene do sono, podem promover nas crianças um adequado e saudável desenvolvimento psicomotor.