Tricotar ou a arte de entrelaçar os fios é uma atividade antiga mas que mantém muitos adeptos ainda nos dias de hoje. Útil para fazer roupas e acessórios, por vezes utilizado como passatempo, o tricot pode ter um importante efeito terapêutico, relaxante e não só.
O tricot é uma arte inicialmente desenvolvida por mulheres mas nos dias de hoje, parece ocupar já um espaço considerável na vida de muitos homens. A par da utilidade dos trabalhos tricotados que vão desde cachecóis, gorros, meias, camisolas, casacos ou mantas, entre outros, o tricot tem um efeito muito positivo naqueles que o escolhem como passatempo. Os seus efeitos terapêuticos, bem como de outras técnicas de fazer malha, são diversos e muito eficazes. Por um lado tricotar relaxa, potencia a meditação e descontrai, podendo ajudar a aliviar a tensão acumulada ao longo do dia. Por outro lado, tricotar ajuda a desenvolver as habilidades motoras e promove a capacidade de concentração e de atenção. A criatividade é outra competência que pode ser desenvolvida através do tricot. Planear, desenhar a peça, executar e alterar, são formas importantes de colocar a criatividade em movimento e a cabeça a pensar. O tempo do tricot pode ser um tempo de introspeção, de análise pessoal e de reflexão, potenciando a tomada de decisões ou a resolução de problemas. Continue a ler “Tricotar, relaxar e não só!”

Uma das estratégias mais eficazes para o aumento da organização e da produtividade é a correta gestão do tempo. Assim parece ser consensual que na vida do dia-a-dia, as pessoas possam retirar benefícios de uma boa gestão do seu tempo. E em relação ás crianças e adolescentes? Será igualmente importante que aprendam a fazer essa gestão no sentido de verem incrementada a sua produtividade, por exemplo, em termos de desempenho escolar?
Podemos definir uma birra como sendo a expressão de sentimentos diversificados e intensos através de um comportamento ou reação exagerada, por vezes sem motivação racional.
O Frederico tem 11 anos e foi à consulta de psicologia acompanhado pelo pai. O menino apresenta problemas ao nível do comportamento alimentar e uma marcada ansiedade generalizada. Na primeira sessão estava muito tímido, de olhar baixo e com um nervosismo que se notava pelo torcer constante da manga da camisola, e pouco falou. Na segunda sessão, começou a responder melhor às perguntas e a manter contacto visual, embora intermitente. Aderiu às tarefas de desenho propostas e ao longo da sessão foi revelando maior à-vontade e descontração. Na terceira sessão, o Fred (como gosta de ser chamado) revelou-se. Falou dos amigos, do que gostava e do que não gostava de fazer e também das suas preocupações. No final, quando se despede, diz “passou tão depressa esta hora. Parece-me que só passaram cinco minutos…”
Falar da educação dos nossos filhos é falar de um tema sensível e por vezes difícil, uma vez que todos queremos fazer o melhor mas nem sempre sabemos como. Se por um lado não existem pais perfeitos, por outro lado também não existem crianças perfeitas. No entanto, pais e filhos podem relacionar-se de forma harmoniosa, amorosa e feliz, respeitando-se mutuamente.
Há pouco tempo atrás ouvi alguém que dizia “o meu filho vai ao psicólogo só para fazer desenhos”. O tom de crítica era evidente, e, de facto, se a criança é acompanhada por um psicólogo apenas com o intuito de desenvolver as suas competências artísticas, pode realmente ser algo redutor… mas o desenho não é só arte.
A adolescência é uma fase da vida extremamente importante no sentido em que é durante este período que o jovem constrói a sua identidade e que adquire autonomia. Para que estas duas tarefas sejam bem-sucedidas, é muito importante que a autoestima se mantenha positiva e estável.
É comum ouvir-se dizer que todos temos problemas. Uns de nós mais dados a “problematizar” e outros menos, o facto é que os problemas existem e andam por aí para serem resolvidos, caso contrário, permanecem como uma nuvem negra que paira sobre as nossas cabeças, incomodando, incomodando…
O desejo de saber e a capacidade para aprender são inatos no ser humano. Os bebés começam desde os primeiros dias de vida, a utilizar as suas capacidades motoras, percetuais e sensoriais, para exercerem influência sobre os outros e sobre tudo o que os rodeia. É assim que identificam e compreendem os contextos onde se inserem, desenvolvendo as suas competências físicas, cognitivas e sociais.
À medida que as férias se aproximam do fim, os pais começam a pensar no regresso às aulas e a iniciar os preparativos necessários para tal, como a compra dos materiais e manuais escolares, bem como a adequação de horários e rotinas inerentes ao período escolar.