Para que se considere que uma criança é sobredotada, o critério tradicional é que possua um quociente de inteligência – QI igual ou superior a 130, ou seja, elevado. Para isso, as crianças são sujeitas a testes de avaliação psicológica, onde põem à prova as suas competências nas diversas dimensões passíveis de avaliação, como por exemplo a compreensão verbal, a organização percetiva, a velocidade de processamento, entre outras.
A definição de sobredotação pode excluir crianças altamente criativas, cujas respostas pouco típicas e fora do comum fazem diminuir a sua pontuação nos referidos testes. Podem ainda ficar excluídas crianças provenientes de grupos minoritários, cujas habilidades podem não estar bem desenvolvidas, por falta de experiencias, oportunidades e de estímulos, embora possa existir potencial para tal. O mesmo se pode aplicar a crianças com aptidões específicas, que podem ser avaliadas como medianas ou mesmo revelar problemas de aprendizagem, noutras áreas distintas. Assim, foi adotada uma definição mais ampla, que inclui crianças que apresentam alta capacidade ou competência intelectual, criativa, artística ou de liderança em campos académicos específicos, e que necessitam de serviços e atividades educacionais especiais, no sentido de desenvolverem totalmente essas capacidades. O método de avaliação pode abranger critérios múltiplos que incluam resultados em testes de desempenho, desempenho em sala de aula, produção criativa, informação fornecida por pais e professores e entrevistas com os alunos. No entanto o valor do QI permanece como fator importante e muitas vezes determinante.
A ansiedade é uma reação natural do nosso corpo que faz parte do desenvolvimento humano. É uma expectativa apreensiva relacionada com as mudanças (naturais e/ou imprevistas) que o indivíduo experiencia no seu quotidiano e nos diversos contextos em que se movimenta.
A ansiedade manifesta-se de diferentes formas, sendo o nosso corpo o primeiro a reagir e a dar os primeiros sinais. Sintomas como aceleração dos batimentos cardíacos, rubor, tremores, dor de cabeça, dificuldade em respirar, tensão muscular, tonturas, aperto no peito ou dificuldade em se concentrar, são sinais de alerta que não devem ser ignorados. A ansiedade pode também manifestar-se por pensamentos derrotistas e ruminantes, sensação de que algo de mal nos vai acontecer, irritabilidade, dificuldade em adormecer e/ou manter o sono, entre outros sintomas que podem variar de pessoa para pessoa. Uma perturbação de ansiedade pode mesmo conduzir o indivíduo a sentimentos de medo irracional, vergonha isolamento social, tristeza, desespero, insegurança, angústia constante, sentimentos de frustração, falta de sentido de humor ou ressentimento.
Todos nós, em vários momentos das nossas vidas já vivenciamos situações em que os níveis de ansiedade subiram mais do que o desejável, tendo em alguns casos até escalado para um ataque de pânico. Para evitar essa escalada e as respetivas consequências, há que saber identificar os sinais do nosso corpo e agir, utilizando estratégias de coping. Chama-se coping aos esforços cognitivos e comportamentais adaptativos que utilizamos face a uma determinada situação de stresse, que ultrapassa as nossas capacidades e que constitui numa sobrecarga aos nossos recursos, perante uma ameaça ao nosso bem-estar. Estas estratégias, por sua vez, podem ser orientadas para o problema ou para a emoção. As primeiras visam atuar sobre o fator de stresse, procurando alterar a situação ou o problema que está a provocar desajustamentos (ex. agir sobre a origem da situação, procurar formas para resolver o problema). As segundas estratégias são direcionadas à resposta emocional ao evento stressante, adequando essa resposta quando não é possível controlar ou modificar a situação. São estratégias que procuram regular as emoções desajustadas, associadas ou resultantes de acontecimentos geradores de tensão (ex. choro, autocensura, evitamento, recusa, agitação ou fuga).
De entre as estratégias focadas no problema, destacam-se a procura de informação (serviços, apoios…), a definição de objetivos concretos e reais de resolução do problemas e a identificação das respostas alternativas. No que diz respeito às estratégias focadas nas emoções, é de referir a procura de significados para o problema (no passado, ou antecedentes das ações stressantes), bem como a identificação das emoções e a aprendizagem e treino de mecanismos eficazes de regulação das mesmas (exercícios de relaxamento, treino cognitivo de técnicas como a paragem do pensamento, a racionalização, entre outras).
A ansiedade pode afetar transversalmente todos os indivíduos. Não escolhe género nem idade e pode ser um problema ligeiro, com o qual a pessoa consegue lidar facilmente, ou, pelo contrário, tornar-se numa perturbação grave que necessita de ajuda especializada. Mesmo os casos mais ligeiros, não devem ser desvalorizados, principalmente tratando-se de crianças ou jovens, uma vez que corre o risco de se agravar e de se tornar um problema crónico e perturbador da funcionalidade da criança ou do adolescente. Faça uma avaliação do seu estado de ansiedade e procure ajuda, se sentir que ela o está a perturbar e a diminuir a sua qualidade de vida.
A Sua Psicóloga, poderá ser uma boa aliada para o/a ajudar a controlar a sua ansiedade!
Ao longo do nosso curso de vida enfrentamos algumas inevitáveis perdas significativas. À nossa reação emocional a essas perdas, chamamos luto. O luto é um processo normal e necessário, porém, por vezes pode tornar-se patológico, podendo levar estados de doença, nomeadamente à depressão.
Perdemos amigos ou familiares, animais de estimação, a saúde, o emprego, enfim, as perdas podem ser de diversas naturezas. Perante uma situação de perda temos a necessidade de expressar os nossos sentimentos de tristeza e desânimo. O período no qual decorre este processo é variável e os sintomas apresentados por cada indivíduo também podem ser diversos. Tipicamente ocorrem sentimentos de apatia e abatimento, perda de interesse no mundo exterior e diminuição na atividade e iniciativa. Estas reações são semelhantes à depressão, mas são menos persistentes e não são consideradas patológicas (APA, 2010, p. 586). Apesar de o fenómeno do luto ser universal, o seu significado é multifacetado na experiência de vida humana, uma vez que existem grandes diferenças em relação á forma como cada indivíduo reage às suas perdas.
Nesta fase tão conturbada de conflito armado e com o número de refugiados de guerra na Europa a aumentar diariamente, torna-se pertinente falar de solidariedade e apoio social. A psicologia social estuda os processos inerentes ao apoio social e explica as diversas formas e fatores com ele relacionados, bem como os seus benefícios.
O relacionamento com os outros está omnipresente na vida e no quotidiano dos indivíduos. Ao conjunto de pessoas com quem temos uma relação significativa podemos chamar rede de apoio social. Em psicologia, as redes de apoio social mais estudadas são as redes egocêntricas, isto é, as redes centradas numa pessoa específica que é alvo de interesse. Existem várias formas para definir apoio social, uma delas é dizermos que corresponde à quantidade e coesão das relações sociais que rodeiam de um modo dinâmico um indivíduo (Vaz Serra, 1999). É um processo interativo que visa o bem-estar físico e psicológico. O contacto social promove a saúde e o bem-estar e tem provavelmente uma função de regulação da resposta emocional perante os vários fatores causadores de stresse (Coan, J. A., Schaefer, H. S., & Davidson, R. J., 2006).
As notícias e imagens de guerra que diariamente chegam às nossas casas, podem afetar de forma muito significativa os pensamentos e sentimentos de crianças e adolescentes. Mesmo relativamente longe, assistir aos conflitos armados que acontecem neste momento, pode comprometer a necessidade dos mais novos verem o mundo como um lugar seguro e previsível.
A atual guerra entre a Rússia e a Ucrânia faz com que cheguem diariamente às nossas casas imagens e relatos do conflito, que por um lado nos mantêm informados e por outro lado nos provocam stresse e ansiedade. Sem que muitas vezes consigam compreender o que se está a passar, as crianças/adolescentes podem ser particularmente sensíveis a esta situação, que pode ser verdadeiramente aterrorizadora. As imagens dos bombardeamentos e destruição, dos feridos, das pessoas a fugirem desesperadas e os relatos emocionados quer de repórteres, quer dos refugiados podem provocar medo, sofrimento ou confusão. A nós pais e educadores, cabe-nos procurar proteger as crianças e ao mesmo tempo encoraja-las a serem curiosas em relação ao que se passa no mundo. Como podemos então desempenhar essa tarefa tão difícil?
A Terapia Cognitivo-Comportamental, desde a sua origem, vem a ser considerada como uma modalidade de tratamento muito eficaz nos mais variados tipos de perturbações psicológicas. Este tipo de terapia prevê a possibilidade da utilização de várias técnicas e “ferramentas” que complementam e auxiliam a ação do psicólogo, nomeadamente a prática de mindfulness.
A atenção plena ou mindfulness, segundo Goleman e Davidson (2017), é um dos métodos de meditação mais utilizados e divulgados no mundo ocidental, dentro de uma ampla variedade de métodos. Alguns especialistas utilizam o termo mindfulness para definir todo e qualquer tipo de meditação. A prática de mindfulness deriva da filosofia oriental budista, sendo considerada uma das técnicas de meditação mais antigas da Índia. Na filosofia oriental, a atenção plena pode ser definida como uma qualidade mental adquirida e cultivada através da prática da meditação com o intuito de se chegar a um desenvolvimento psicoemocional e espiritual. A meditação, é portanto, uma “ferramenta” capaz de produzir uma conexão completa entre a mente, o corpo e o espírito (Goleman & Davidson, 2017). Meditar é sentir a respiração, com a atenção plena ao que está a acontecer no momento presente, observar e aceitar sem julgamentos as experiências internas, sem avaliar ou tentar modificá-las.
Dentro do espectro das perturbações do comportamento alimentar, também descritas como perturbações da alimentação e da ingestão, podemos encontrar vários tipos, cada qual com as suas especificidades e critérios de diagnóstico. A anorexia nervosa é uma das perturbações mais conhecidas, a par da bulimia ou da perturbação de compulsão alimentar.
A anorexia nervosa é uma perturbação do foro mental e deve ser tratada como tal. O estigma associado (cada vez menos) à saúde mental, pode levar à falta de acompanhamento e a um atraso na avaliação e correto encaminhamento do caso. Em casos muito ligeiros, por vezes, a psicoterapia pode ser eficaz por si só, no entanto, muitas vezes é necessária uma intervenção multidisciplinar, que inclui pelo menos o médico psiquiatra, o psicólogo e o nutricionista. Habitualmente não é o doente que procura ajuda mas sim os seus familiares, após acentuada perda de peso. Quando é o próprio doente a procurar ajuda profissional, fá-lo frequentemente devido ao mal-estar que decorre das sequelas somáticas e fisiológicas do jejum. Raramente uma pessoa que sofre de anorexia nervosa se queixa do emagrecimento por si, uma vez que em regra, não tem consciência do problema ou nega-o. Por esta razão, a família pode constituir-se como uma importante fonte de informação na avaliação da história da perda de peso e das outras características da doença.
A depressão tardia refere-se ao aparecimento de estados depressivos depois dos 65 anos. A sintomatologia depressiva está frequentemente associada à presença de doença física ou neurológica e à incapacidade ou às limitações decorrentes de estados de doença, que levam ao declínio do estado geral do indivíduo.
As queixas mais frequentes nos indivíduos mais idosos são as dores de cabeça, dores reumatológicas ou músculo-esqueléticas bem como a sintomatologia gastrointestinal. Feito o despiste de doença orgânica que explique a referida sintomatologia, a presença da mesma pode ser explicada pela depressão, se combinada com alguma da sintomatologia típica desta doença. Os fatores de risco para a depressão no idoso prendem-se com questões de género, sendo mais prevalente nas mulheres do que nos homens. Outros fatores de risco para o desenvolvimento de patologia depressiva estão relacionados com o sistema endócrino e o sistema vascular. O diagnóstico de doenças médicas não psiquiátricas, nomeadamente doença oncológica, demência, doenças cardiovasculares, hipotiroidismo ou artrite, entre outras, constitui-se como um fator de risco relevante para a depressão, bem como o tipo de personalidade e as experiências de vida do sujeito. De referir ainda como potenciador de sintomatologia depressiva o stresse crónico a que o indivíduo possa estar sujeito, quer seja familiar, social ou económico.
O desejo de saber e a capacidade para aprender são características inatas do ser humano. Desde os primeiros dias de vida, as crianças utilizam as suas capacidades motoras, percetuais e sensoriais, para exercerem influência sobre os outros e sobre tudo o que os rodeia. É assim que identificam, apreendem e compreendem os vários ambientes onde se inserem, desenvolvendo competências físicas, cognitivas e sociais.
Quando as crianças entram na idade dos porquês, por volta dos 4 anos, isso não é mais do que a exploração da sua curiosidade, do seu desejo de saber. Na entrada para a para a escola, todo um novo mundo se abre às crianças. Mas será que o modelo clássico de escola e de ensino essencialmente expositivo, mata, aproveita ou incentiva o desejo de saber das crianças dos nossos dias? Supostamente a escola é uma fonte privilegiada de informação, onde as crianças têm acesso ao conhecimento e onde se dão, sem dúvida alguma, importantes processos de aprendizagem. Os professores são os grandes atores deste teatro de ensinamentos e conhecimentos, mas também os pares têm um papel muito significativo. Todas as experiências que ocorrem em contexto escolar, não só dentro da sala de aula mas também de recreio, são fontes de aprendizagem relevantes. No entanto, sem vontade e sem motivação não se aprende, não há aquisição de conhecimentos, ou se há, pode não ser suficientemente sólida e duradoura.
Filhos a dormir no meio dos pais, mães ou pais a dormir na cama com o filho, o pai a dormir no sofá da sala porque o filho dorme com a mãe, a mãe a dormir na cama de um filho e o pai na cama com o outro… tantas possibilidades de cenários e tão reais e até frequentes.
Vários são os argumentos utilizados pelos pais para justificarem algumas destas situações. “Se eu não for para a cama dele, ele não dorme”, “se não a deixar aconchegar-se no meio de nós ela passa a noite a acordar e ninguém tem sossego”, “eu deixo-o dormir comigo porque também gosto desse miminho” ou “é uma boa maneira de não ter que dormir com o meu marido”. São todos argumentos possíveis, e eu já os ouvi a todos! Geralmente aconselha-se que a criança durma sozinha, se possível a partir dos seis meses de vida, de preferência no seu próprio quarto, no sentido de favorecer a sua capacidade de estar só e de promover o desenvolvimento da sua autonomia.
A situação de filhos a dormirem com os pais pode arrastar-se ao longo de muitos anos e o impacto que esse facto tem na vida das crianças e dos casais pode ser muito perturbador. Por vezes tudo começa com apenas uns minutos para que a criança adormeça, que depois se estendem por mais tempo e se repete por uns dias, semanas e por vezes anos. Acontece também o pai ou a mãe trocarem de forma definitiva a sua cama pela cama do filho, ou o contrário, o filho permanece na cama dos pais, expulsando definitivamente um dos progenitores do seu lugar. A duração deste comportamento, quando prolongada, tende a ser banalizada pelos intervenientes e as consequências podem ser de grande gravidade, não apenas na perspetiva do desenvolvimento da criança, mas também na ameaça que o referido comportamento constitui para a intimidade do casal e para a saúde e qualidade da sua relação.
As crianças devem para o seu próprio bem, adquirir autonomia em relação ao momento do sono nos primeiros anos de vida, de modo a potenciarem o seu adequado desenvolvimento e a tornarem-se adultos autónomos e saudáveis. Adormecer por rotina na cama dos pais não é uma prática adequada. Numa situação de exceção pode ser compreendido mas só mesmo excecionalmente. Se a criança está doente, se está a ultrapassar um momento particularmente difícil, se está num contexto diferente, poderão ser motivos para que se abra a tal exceção mas logo que a situação regularize as rotinas que envolvem o deitar e o dormir deverão também elas ser reestabelecidas.
Na origem destes hábitos menos recomendáveis está por vezes a dificuldade que alguns pais têm em estabelecer regras e limites, e em fazê-los cumprir. Definir um horário regular para deitar a criança é recomendável. Deverá ser explicada à criança a importância do dormir. Dormir faz bem porque descansa o corpo e o cérebro. As células regeneram-se com maior rapidez durante o sono. A criança vai crescer e desenvolver-se também enquanto dorme. Dormir bem faz com que se cresça bem. Uma cabeça bem descansada terá melhor capacidade de atenção, concentração e aprendizagem, logo, uma boa noite de sono promove um dia de escola mais produtivo. Se dormirem bem e o suficiente (cerca de 9 a 10 horas/noite em idade escolar) as crianças também vão brincar mais, ficam mais despertas e curiosas para as aprendizagens informais e mais predispostas para as relações sociais.
Por outro lado, alguns pais acham que dormindo com os filhos os estão a proteger. Certo é, que o excesso de proteção pode levar a que a criança se torne insegura, dependente e ansiosa e carregar esse fardo ao longo da sua vida adulta. Proteger significa salvaguardar que a criança está num ambiente confortável, seguro e que reúne todas as condições necessárias a um sono descansado (conforto, temperatura, ausência de ruído, etc.). O afeto, tão importante para o desenvolvimento psicossocial de todas as crianças, deve ser também contemplado na hora de deitar. Acompanhar a criança ao quarto, aconchegar-lhe a roupa, contar uma história, falar um pouco acerca dos acontecimentos do dia, completados com uma dose “terapêutica” de beijinhos e abraços, seguidos de um boa noite e até amanhã, são exemplos de boas práticas de final de dia.
Quando um casal tem problemas que se refletem na partilha da cama, por vezes “utilizam” o filho como justificação para se manterem afastados. Colocar o filho a dormir entre os dois ou por outro lado, passar a ir dormir no quarto com o filho, são práticas muito mais comuns do que o que seria desejável, com tudo o que isso implica para o relacionamento do casal, quase sempre jovem, e das implicações para o desenvolvimento da criança, já sobejamente conhecidas. Havendo dificuldades no seu relacionamento, um casal deverá sempre procurar resolvê-las sem que isso envolva dormir com os filhos.
São várias as estratégias a adotar para que as crianças adquiram hábitos de sono saudáveis desde tenra idade. Preparar um quarto para criança ou uma cama num quarto que irá partilhar com um irmão, é o que se aconselha para que a criança conheça e se habitue ao seu espaço de descanso. É importante que se crie o hábito de por a criança a dormir na sua própria cama em idade precoce (4 a 6 meses) pois facilita o processo de adaptação. A criança vai saber que aquele é o seu lugar para dormir e vai mais facilmente aceitar essa regra. Quanto mais coerência e menos exceções houverem, mais facilmente a criança se vai habituar a dormir na sua cama. Por outro lado, pode também ser muito útil a preparação da rotina de dormir, ou seja, poderá prevenir interrupções do sono durante a noite se a criança se deitar após a digestão, se forem evitadas refeições muito fartas ou atividades físicas muito estimulantes. A ingestão de líquidos a partir das 18 horas deverá ser moderada para evitar que a criança urine muito durante a noite e interrompa o sono.
Se o problema está instalado e não está a conseguir tirar o seu filho da sua cama, procure a ajuda da Sua Psicóloga. Ela poderá avaliar devidamente a situação e ensinar-lhe outras estratégias, que poderão fazer toda a diferença para que as noites em sua casa sejam mais tranquilas e felizes!