A interseção da psicologia com a música oferece um campo rico e fascinante, para explorar o impacto que esta tem sobre a mente e o comportamento humano. A psicologia da música estuda o modo como os diferentes aspectos musicais: ritmo, melodia e harmonia, influenciam as nossas emoções, a cognição e a saúde mental. Este campo revela como a música não é apenas uma forma de entretenimento, mas também uma ferramenta poderosa na promoção do bem-estar psicológico e emocional.
A música tem impacto no cérebro de formas complexas e variadas. Quando ouvimos música, são ativadas diferentes áreas do cérebro, incluindo as áreas associadas ao prazer, á memória, e á emoção. Estudos de neurociência demonstraram que a música pode desencadear a libertação de dopamina, um neurotransmissor associado à sensação de prazer. Isso explica por que é que a música nos pode fazer sentir eufóricos, relaxados ou até mesmo nostálgicos, dependendo do tipo de música que estamos a ouvir.
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Decorreu nos passados dias 26 e 27 de Setembro, em Lisboa, o 1º Fórum da Saúde Mental. Um evento de extrema relevância atendendo à elevada prevalência de perturbações do foro psiquiátrico e psicológico na nossa população, assim como à pouca atenção que por vezes é dada às problemáticas relacionadas com a saúde mental, que, à semelhança por exemplo da saúde oral, parecem ser os parentes pobres da medicina, em especial no que se refere aos orçamentos a elas disponibilizados.
Já todos ouvimos falar em sobredotados, no entanto, será que sabemos exactamente o que é isso de ser sobredotado? A definição da ideia pode não ser tarefa fácil, pois o primeiro conceito que frequentemente ocorre é o de Q.I. (quociente de inteligência), porém, esse factor parece não ser suficiente para determinar se um indivíduo é sobredotado.
A premissa de que a criança desenha menos o que vê e mais o que sabe de um objecto é comum a diferentes correntes teóricas sobre o desenvolvimento do desenho. O desenho, entre o jogo simbólico e a imagem mental, subordina-se às leis da conceituação e da percepção (Piaget, 1973).
Segundo Vygotsky, “a arte só poderá ser objecto de estudo científico quando for considerada como uma das funções vitais da sociedade em relação permanente com todos os outros campos da vida social e no seu condicionamento histórico completo”.
Os heróis de Banda Desenhada não envelhecem, permanecem iguais a si mesmos ao longo de um interminável número de aventuras (Tinoco, R., 2013). Embora algumas colecções de Banda Desenhada sejam “infindáveis” e já muito antigas é facto que tanto o herói protagonista como os seus personagens não acusam a passagem do tempo.