A Terapia Cognitivo-Comportamental é uma abordagem específica, breve e focada no problema actual do cliente. Explica que o que nos afecta não são os acontecimentos em si mas sim a forma como os interpretamos é que vai influenciar, senão determinar, o modo como nos vamos sentir e comportar.
As terapias cognitivo-comportamentais têm por base vários modelos. O modelo de aprendizagem de competências, foca-se no desenvolvimento de reportórios adaptativos e competências específicas de autonomia, comunicação e relação interpessoal, bem como de autocontrolo e autorregulação emocional. O modelo de resolução de problemas ensina métodos para examinar os problemas e encontrar a melhor solução. Pensar alternativas, antecipar consequências, chegar a compromissos, ensaiar soluções, etc. Também o modelo de estruturação cognitiva tem o seu papel relevante na medida em que promove um funcionamento adaptativo, tanto comportamental como emocional, alterando os processos cognitivos disfuncionais. Permite identificar pensamentos, analisar a interligação de variáveis, analisar distorções da realidade e procurar interpretações mais realistas. Continue a ler “Terapia Cognitivo-Comportamental. O que é?”
Não é demais recordar que o reforço potencia a ocorrência de um determinado comportamento. Assim, sempre que as nossas crianças apresentam um comportamento adequado e desejado, o reforço imediato torna-se imprescindível para que se possa obter o desejado – que o comportamento ocorra mais vezes, de preferência até se tornar automático.
O Rui tem 15 anos e um problema de obesidade e de adição a jogos electrónicos. Anda em Acompanhamento Psicológico para melhorar a sua adesão à dieta, ao plano de exercício físico e para controlo da sua utilização disfuncional dos meios electrónicos de comunicação em geral e em particular da sua consola de jogos.
A Educação Pré-Escolar constitui-se como um elemento protector no desenvolvimento infantil. É através da interacção com o meio e com os outros, que a criança pequena potencia o seu desenvolvimento, promove a sua autoestima, autoconfiança e desenvolve o sentimento de entreajuda, fundamentais para que se venha a tornar uma pessoa segura e confiante.
A Filomena tem 16 anos e iniciou Avaliação Psicológica por apresentar sintomatologia depressiva. Depois de uma primeira sessão com muitos “silêncios” e alguma dificuldade em estabelecer relação, no início da segunda sessão a Filomena verbaliza: “Quando vinha para cá estava nervosa mas agora nem por isso. Como estamos aqui sozinhas é mais fácil para mim falar. Acho que posso falar à vontade, preciso mesmo de falar com alguém que me consiga compreender…”
Podemos definir dor como uma experiência sensório-emocional desagradável comum a todos os indivíduos, associada a danos reais ou potenciais, sendo a causa mais comum da procura de ajuda médica.

