
Ser Cuidador Informal implica uma enorme sobrecarga a nível físico, psíquico, social e financeiro. Todos os benefícios que possam ser atribuídos a estas pessoas irão ajudar na manutenção da sua saúde, do seu bem-estar e da sua qualidade de vida.
São considerados Cuidadores Informais, os cônjuges ou unidos de facto, parentes ou afins até ao quarto grau da linha reta ou da linha colateral da pessoa cuidada, que acompanham e cuidam dela de forma permanente ou regular. Estima-se que em Portugal existam entre 230 mil a 240 mil pessoas cuidadas em situação de dependência. O Estatuto do Cuidador Informal foi aprovado em 2019 por uma lei que tem como objetivo regular os direitos e os deveres do cuidador e da pessoa cuidada, estabelecendo as respetivas medidas de apoio, entre as quais a atribuição de um subsídio de apoio, o descanso a que têm direito e medidas especificas relativamente à sua carreira contributiva ou proteção laboral, no caso do cuidador não principal, isto é, aquele que cuida de forma regular mas não permanente. Continue a ler “Quem cuida do cuidador?”
Nos tempos modernos, o desenvolvimento das tecnologias deu origem aos videojogos e à possibilidade de interação através dos meios digitais online. Essa interação, assim como os comportamentos associados, podem trazer tanto benefícios como ser bastante prejudiciais, consoante se trate de uso, abuso ou adição.
Entrámos uma vez mais na quadra natalícia! De uma forma ou de outra, cada um de nós vive o Natal à sua maneira. Mas que maneiras são essas de vivermos o Natal? As crenças cristãs, a festa da família ou o momento das compras e dos presentes, são modos de se vivenciar esta quadra, de forma mais ou menos adaptativa, mais ou menos feliz e que merece alguma reflexão.
O Frederico tem 11 anos e foi à consulta de psicologia acompanhado pelo pai. O menino apresenta problemas ao nível do comportamento alimentar e uma marcada ansiedade generalizada. Na primeira sessão estava muito tímido, de olhar baixo e com um nervosismo que se notava pelo torcer constante da manga da camisola, e pouco falou. Na segunda sessão, começou a responder melhor às perguntas e a manter contacto visual, embora intermitente. Aderiu às tarefas de desenho propostas e ao longo da sessão foi revelando maior à-vontade e descontração. Na terceira sessão, o Fred (como gosta de ser chamado) revelou-se. Falou dos amigos, do que gostava e do que não gostava de fazer e também das suas preocupações. No final, quando se despede, diz “passou tão depressa esta hora. Parece-me que só passaram cinco minutos…”
Falar da educação dos nossos filhos é falar de um tema sensível e por vezes difícil, uma vez que todos queremos fazer o melhor mas nem sempre sabemos como. Se por um lado não existem pais perfeitos, por outro lado também não existem crianças perfeitas. No entanto, pais e filhos podem relacionar-se de forma harmoniosa, amorosa e feliz, respeitando-se mutuamente.
Decorreu nos passados dias 3 e 4 do corrente, no Instituto Português de Oncologia Francisco Gentil em Lisboa )IPO), o Congresso Nacional de OncoSexologia, cujo foco incidiu sobre o impacto do cancro na sexualidade.
De um modo relativamente consistente, precoce e estável, as manifestações de ansiedade social revelam-se desde a infância, tornando-se tendencialmente mais expressivas e intensas na fase da adolescência.
O conceito de inteligência emocional tornou-se popular através da obra do jornalista científico norte americano Daniel Goleman. O autor define o conceito como um conjunto de competências afetivas e cognitivas que se divide em cinco dimensões: auto conhecimento, auto-controlo, empatia, motivação e competências sociais.
Acredito que a tarefa mais difícil de todas é a de criar um filho. As crianças representam para os seus pais e cuidadores, um desafio dos maiores do mundo e este mundo tem muitos perigos. Os pais, por norma têm uma tendência para proteger as suas crianças mas por vezes essa proteção é super!