A inteligência emocional é a capacidade que cada um de nós tem para identificar as suas próprias emoções (raiva, zanga, frustração, alegria, surpresa, tristeza, etc.) e de as conseguir gerir e controlar de modo a poder pensar de forma clara, conter a impulsividade e tomar as melhores decisões. É ainda a nossa capacidade de reconhecer as emoções dos outros, ou seja, de se conseguir colocar no lugar do outro.
A Inteligência emocional é fundamental para que o indivíduo se possa conhecer a si mesmo e compreender os outros ao mesmo temo que pode fazer de nós seres altruístas, empáticos, com facilidade nos relacionamentos sociais e que evitam o conflito. Reconhecer as nossas próprias emoções, significa identificar o que sentimos e ter a capacidade de o expressar de forma adequada. Por exemplo, se conseguirmos utilizar um sentimento de zanga, em benefício de algo que está a funcionar mal e em consequência da nossa acção, a situação melhorar, isso é ser emocionalmente inteligente. Pelo contrário, se sentirmos raiva e usarmos esse sentimento para agredir ou destruir algo, nada vai melhorar e o problema que despoletou esse sentimento possivelmente vai permanecer ou até mesmo piorar. Continue a ler “Inteligência emocional”

Perante a separação de um casal com filhos menores, torna-se fundamental a protecção das crianças, devendo estas tornar-se no principal alvo de preocupação dos pais, de modo a que não haja a tendência de as colocar contra um dos progenitores.

Os comportamentos de higiene do sono são elementos do estilo de vida que influenciam de forma positiva ou negativa a qualidade do sono (LeBourgeois et al., 2005), ou seja, são essencialmente comportamentos que podem contribuir em benefício ou em prejuízo do sono.
Os problemas de sono na adolescência são um fenómeno frequente e nem sempre transitório. Tendem a diminuir apenas marginalmente com a idade podendo tornar-se crónicos e exigir intervenção médica e psicológica (Fricke-Oerkermann, Pluck, Schredl, Heinz, Mitschke, Wiater et al., 2007).
A parentalidade positiva descreve um conjunto de comportamentos dos pais que potenciam a capacidade da criança para amar, confiar, explorar o mundo e aprender.
A perturbação do desenvolvimento intelectual é uma condição complexa. O seu diagnóstico envolve a compreensão da acção combinada de quatro grupos de factores: etiológicos, comportamentais, sociais e educacionais.
Já todos ouvimos falar em sobredotados, no entanto, será que sabemos exactamente o que é isso de ser sobredotado? A definição da ideia pode não ser tarefa fácil, pois o primeiro conceito que frequentemente ocorre é o de Q.I. (quociente de inteligência), porém, esse factor parece não ser suficiente para determinar se um indivíduo é sobredotado.