Crianças com Perturbação Desafiante de Oposição (PDO) ou crianças com Perturbação de Hiperactividade e Défice de Atenção (PHDA) apresentam frequentemente comportamentos disfuncionais e difíceis de controlar.
Estas crianças apresentam dificuldades ao nível do controlo dos impulsos e são crianças que frequentemente se exaltam, discutem com adultos, desobedecem ou têm dificuldade em seguir e respeitar regras. Por vezes incomodam deliberadamente os outros e culpam muitas vezes outras pessoas pelos seus comportamentos, chegando mesmo a assumir atitudes vingativas ou rancorosas. As crianças que revelam este tipo de comportamentos têm um impacto negativo nas pessoas que as rodeiam (família, amigos, professores, pares) o que habitualmente gera nessas pessoas, atitudes e comportamentos igualmente negativos, provocando deste modo um círculo vicioso de discussões e agressões. Continue a ler “O meu filho tem uma perturbação do comportamento, e agora?”
Nos seres humanos, a capacidade de comunicar através da fala é inata, sendo aperfeiçoada e utilizada ao longo do seu desenvolvimento.
A depressão tardia refere-se ao aparecimento de estados depressivos depois dos 65 anos. Muitas vezes a sintomatologia depressiva está associada à presença de doença física ou neurológica e à incapacidade ou às limitações decorrentes de estados de doença que levam ao declínio do estado geral do indivíduo.
Com o aproximar do fim de ano, muitos de nós tendemos a fazer um balanço do que nos trouxe ou nos tirou, o Ano que termina. Fazemos uma retrospectiva dos acontecimentos mais significativos, daqueles que por uma ou outra razão mais nos marcaram e idealizamos o Novo Ano de acordo com as nossas preferências e necessidades.
E feito um apanhado dos acontecimentos expressivos das nossas vidas, o que fazer com isso? Para que é que fazemos esse balanço se daí não tirarmos algo que nos permita crescer enquanto pessoa?
O toque físico pode ser tão agradável como necessário. Várias são as teorias que defendem que a estimulação pelo toque favorece o bem-estar físico e emocional dos indivíduos. O toque terapêutico, como por exemplo a massagem, constitui-se como uma ferramenta eficaz no alívio e tratamento de determinados sintomas físicos de doença. O abraço é uma forma especial de toque que pode contribuir para o aumento do bem-estar físico e emocional.
Por mais voltas que se dê, nos dias de hoje a Internet está presente em todos os contextos das nossas vidas, para o bem e para o mal. Se uns de nós temos mais facilidade em controlar a sua utilização e fazê-lo de forma adequada, outros terão tendência a deixar-se levar mais facilmente pela panóplia de temas e actividades a que ela nos dá acesso.
Nos tempos que correm, a Internet e tudo o que ela nos possibilita e facilita são de grande importância no nosso dia-a-dia. À semelhança de outras modernices, ficámos reféns da sua utilização e ela faz parte das nossas vidas, de um modo mais ou menos permanente. Mas até que ponto a nossa utilização da Internet e dos meios de comunicação electrónicos é funcional ou desajustada? As questões que se seguem, orientam para uma primeira abordagem no rastreio e avaliação dos problemas relacionados com dependência da Internet.
Sente que a Internet e a sua utilização estão a ocupar demasiado espaço e tempo na sua cabeça e na sua vida? Pensa constantemente em actividades online que já realizou ou sente-se frequentemente ansioso pela sessão online seguinte? Sente que tem necessidade de utilizar a Internet por períodos de tempo cada vez maiores, para se sentir satisfeito? Já tentou reduzir, controlar ou até mesmo parar de utilizar a Internet, sem que tenha conseguido? Sente-se agitado, mal-humorado, triste, ou irritado quando tenta diminuir ou parar a utilização da Internet? Fica online por mais tempo do que aquele que pretendia inicialmente? Já pôs em risco uma relação pessoal, o emprego, ou o seu desempenho escolar/académico, por causa do modo como utiliza a Internet? Já mentiu a familiares, terapeutas ou outras pessoas para esconder o quanto utiliza a Internet? E pense bem, usa a Internet como um escape para os seus problemas ou como forma de aliviar sentimentos de impotência, culpa, ansiedade, tristeza, solidão ou outros?
As crianças que apresentam comportamentos muito difíceis, cujos pais desesperam e vivem na angústia de não conseguirem lidar tranquilamente com os seus filhos, podem ter melhorias significativas se procurarem ajuda psicológica. Não é necessário que a criança tenha dificuldades ao nível de uma perturbação neuropsiquiátrica, para que possa ou deva ser alvo de intervenção psicológica.