Desde que nascemos que aprendemos. Aprendemos a andar, a falar, a comportar-mo-nos. Vamos para a escola e aprendemos, aprendemos… a própria vida é uma aprendizagem constante. Mas como é que aprendemos? E qual será a melhor forma de se aprender?
Ouvem-se muitas vezes os jovens dizerem que lhes basta estarem com atenção na aula para aprenderem. Será mesmo assim? Será esse método eficaz em todas as etapas da escolaridade? E ao longo da vida? Há muitas coisas que temos que aprender e que não nos são ensinadas em sala de aula… Todos nós somos diferentes e temos um funcionamento cognitivo próprio, de modo que, cada um de nós tem a sua percepção sobre o modo como aprende melhor, mas nem sempre. Existem efectivamente muitas formas de aprender e coisas diferentes também se aprendem de formas diferentes.
Podemos aprender pela prática ao executarmos uma determinada tarefa ou aprender por rotina quando repetimos o mesmo comportamento e ele se torna automático, como é o caso de andar de bicicleta ou da condução de um automóvel. Outra forma de aprendermos é por imitação, Vemos fazer, imitamos o modelo e adquirimos uma determinada competência. Este tipo de aprendizagem é muito comum em contexto de família ou de grupo de pares. Podemos também aprender por aproximação sucessiva, ou por tentativa e erro. De cada vez que tentamos executar algo e erramos, voltamos a tentar de forma diferente até conseguirmos atingir o nosso objectivo. Também podemos aprender por associação pois temos tendência a associar mentalmente algo de novo a algo que já conhecemos. Por exemplo, se acabo de conhecer uma pessoa chamada Celeste e tenho uma tia com esse nome poderei associar a pessoa que acabei de conhecer, à minha tia, e assim lembrar-me-ei do seu nome.
Aprendemos por memorização, decorando algo como a letra de uma canção ou a tabuada, porque lemos, ouvimos ou repetimos muitas vezes, mas esta forma de aprender não garante a compreensão do conteúdo – cuidado! Outra forma de aprendizagem é a resolução de um problema. Deparando-nos com uma determinada situação, há que resolvê-la. O modo como o fazemos traz-nos um ensinamento. Assim como também se aprende por análise de um texto, de uma equação ou de um acontecimento. Analisando o que lemos ou vemos ou que nos é relatado, retiramos conclusões que nos ensinam alguma coisa. E depois existem os mapas mentais ou esquemas. Ao construirmos um mapa mental, por exemplo do caminho que nos conduz a um determinado lugar, podemos conserva-lo e utiliza-lo da próxima vez que lá tivermos que voltar.
E podemos aprender a aprender! Quando um aluno em dificuldades por ver o seu rendimento escolar a baixar, procura a ajuda de um Psicólogo, este vai ensinar-lhe diferentes métodos de estudo e monitorizar a eficácia de cada um deles. Em conjunto, vão chegar à conclusão de que uns funcionam melhor do que outros ou mesmo de que uns métodos funcionam bem com certas matérias ou disciplinas e outros métodos funcionam melhor com outras. Está a aprender a aprender!
A inteligência emocional é a capacidade que cada um de nós tem para identificar as suas próprias emoções (raiva, zanga, frustração, alegria, surpresa, tristeza, etc.) e de as conseguir gerir e controlar de modo a poder pensar de forma clara, conter a impulsividade e tomar as melhores decisões. É ainda a nossa capacidade de reconhecer as emoções dos outros, ou seja, de se conseguir colocar no lugar do outro.
Perante a separação de um casal com filhos menores, torna-se fundamental a protecção das crianças, devendo estas tornar-se no principal alvo de preocupação dos pais, de modo a que não haja a tendência de as colocar contra um dos progenitores.

O Paulo tem 15 anos e vive com os pais e um irmão de 17 anos. Vivem num contexto desfavorecido, marcado pelo desemprego da mãe e pelo alcoolismo do pai. É uma tia que o conduz à Psicóloga por estar preocupada com os sintomas de ansiedade e depressão que o sobrinho apresenta.
Os comportamentos de higiene do sono são elementos do estilo de vida que influenciam de forma positiva ou negativa a qualidade do sono (LeBourgeois et al., 2005), ou seja, são essencialmente comportamentos que podem contribuir em benefício ou em prejuízo do sono.
A ambiguidade ocorre quando falta uma informação fundamental para dar significado à realidade, ou seja, quando um estímulo ao nível sensorial pode gerar diferentes interpretações em termos de perceção e identificação.
Isto poderia não constituir um problema se esta tendência não estivesse demasiado enraizada o que por vezes nos leva a aceitar determinados factos como certezas e não apenas como hipóteses. Vemos coerência onde ela realmente não existe e chegamos a acreditar em fenómenos que nunca o foram. Nestes casos mesmo examinando repetidamente os resultados de experiências que contrariam as nossas crenças, continuamos a acreditar nelas. A nossa dificuldade em lidar com o que é aleatório e imprevisível, leva-nos a acreditar em factos que cremos serem reais e sistemáticos quando na realidade não passam de factos ilusórios para os quais apenas temos explicações muito simples e infundadas.
A dor é uma experiência sensorial e emocional desagradável associada a um dano real ou potencial de tecidos. É um mecanismo de defesa do organismo que alerta o cérebro de que os seus tecidos podem correr perigo, embora a dor possa ocorrer sem que tenha havido um dano físico real.