Quem é que nunca ouviu alguém dizer, ou não disse já, que a sua criança é muito “má para comer”? Pois é, há crianças com as quais as horas das refeições são uma autêntica dor de cabeça. O almoço e o jantar podem mesmo constituir momentos de grande stresse familiar.
Por vezes, a criança começa por não querer deixar o que está a fazer para ir comer. Depois, mostra dificuldade em se sentar à mesa de forma adequada e pior ainda, recusa-se permanecer à mesa durante toda a refeição. E quem nunca caiu na tentação de colocar a criança em frente do televisor ou do tablet para que fique distraída e lá vá comendo a sopa? Enfim, um problema, já para não falar da sujidade que algumas crianças fazem com a comida e que leva os pais a ficarem “à beira de um ataque de nervos”, ou as que deixam a comida toda no prato…
Pois bem, se se revê em alguma destas situações, tente ficar calmo e saiba em primeiro lugar que não está sozinho, e em segundo lugar que há estratégias que podem ajudar a evitar algumas destas situações. O melhor mesmo é começar por entender o que se passa com a sua criança em termos de desenvolvimento. Continue a ler “Crianças à mesa…”

Lidar com o choro dos nossos filhos pequenos pode por vezes ser um grande desafio nas nossas vidas. É sem dúvida um teste à nossa paciência e à nossa capacidade de entender e responder de forma adequada a esse mesmo desafio.
O ser humano tem desde que nasce, a necessidade de comunicar com os outros. Comunicar é uma capacidade que se vai desenvolvendo ao longo da vida e que se vai aprimorando com a aquisição da linguagem falada, depois a escrita e também através da linguagem corporal, tão rica e tão clara que por vezes torna as palavras dispensáveis.
A dislexia é uma dificuldade significativa na escrita e na leitura (descodificação das palavras) e que tem na sua génese um défice a nível do sistema fonológico.
Segundo o Manual Diagnóstico e Estatístico das Doenças Mentais (DSM V), o mutismo selectivo traduz-se na incapacidade persistente do indivíduo para falar em situações sociais específicas, nas quais se espera que o faça (ex. na escola), apesar de conseguir falar noutras situações.
A profecia autoconfirmatória é a tendência que temos para confirmar as nossas expectativas, sem nos darmos conta do quanto nós próprios contribuímos para esse processo. São pensamentos preditivos que uma vez emitidos se transformam na causa que os vai realizar, gerando deste modo uma expectativa que acabará por se cumprir.
O Homem é um animal relacional e estabelece ao longo da vida vários tipos de relações com os outros, tendo cada um desses tipos de relacionamentos as suas características e critérios particulares. Relações de trabalho, de amizade ou de amor, são exemplos dos vários tipos de relacionamentos que se estabelecem e mantêm (ou não) ao longo da vida.
Alguns de nós já nos deparámos ao longo das nossas vidas com pessoas que precisam de muita atenção. De uma atenção desmedida e às vezes despropositada. Alguém que se cola a nós, por vezes apenas porque calha, outras vezes porque lhe inspiramos confiança, segurança ou até mesmo porque lhe fazemos lembrar alguém de muito significativo, que por uma ou outra razão, não está presente.
Formar uma impressão significa organizar a informação disponível acerca de uma pessoa de modo a podermos integrá-la numa categoria significativa para nós (Vala, J., & Monteiro, M. B, 2001).